Instalador Fotovoltaico – BNDES propaga as diretrizes para PF aplicarem em Energia Fotovoltaica

Fundo

O Fundo Clima é indicado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A finalidade é financiar produções e aquisições com grandes indicadores de aptidão energética ou que contribuem para diminuição de propagação de gases de efeito estufa.

instalador fotovoltaico

Itens financiáveis

Podem ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que novos e origem nacional, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (levando em conta os elementso para os quais o PBE provê a certificação de capacidade energética, serão aceitos somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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BNDES dissemina as regras para pessoas físicas aplicarem em Energia Solar

Fundo

O Fundo Clima é proposto a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A meta é custear produções e aquisições com altos índices de capacidade energética ou que concorram para redução de propagação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Podem ser financiados os seguintes elementos, desde que novos e origem nacional, cadastrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (considerando os itens para os quais o PBE provê a certificação de eficiência energética, serão aprovados apenas os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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Inovação da Cerveja Caseira no Brasil

Em Minas Gerais a revolução da cerveja artesanal iniciou em Juiz de Fora em 1861 com a começo dos alemães e retomou em 1998 com a vinda da fábrica alemã da Mercedes-Benz.

Hoje no Brasil, está acontecendo a chamada revolução da cerveja artesanal, que e composta em uma maior educação da população em geral para com a cerveja, os muitos estilos e a possível complexidade, assim recusando as cervejas de cervejarias grandes com tendências simples e elementar (consiste em alterar a cerveja no mais parecido de água possível usando o mínimo de lúpulo e malte, trocando-os por insumos mais baratos que assim barateiam o produto e danificam a qualidade, fazendo com que tais cervejarias incentivem o consumidor a ingerir as cervejas a temperaturas muito abaixo do aceitável para o estilo, camuflando assim seus defeitos esbranquiçados).

Tal movimento torna-se evidente quando podemos perceber a quantidade de novas garrafas que estão a disposição no supermercado e que são produzidas no Brasil. Aqueles que aderem a tal recusam-se a ingerir cervejas produzidas em massa por grandes conglomerados industriais (cervejas mainstream) dando preferência consumir cervejas produzidas manualmente como 2cabeças, Taubatexas, Bodebrown, Waybeer Candanga, Dum, Júpiter, Landel, Mal, Morada, Naif, Rio Carioca, Seasons, Urbana, dentre outras.

cerveja artesanal

No Rio de Janeiro, no ano de 2016, aproveitando o embalo do mercado de cervejas caseiras no Brasil, a cervejaria Rio Carioca se aventura, sendo a pioneira cervejaria artesanal do Brasil a divulgar um comercial em um meio de comunicação aberto de TV.

No final da década de 1830, a cachaça era a aguardente mais do Brasil. Além dela, eram trazidos licores da França e vinhos de Portugal, especialmente para satisfazer à nobreza. Nessa época a cerveja já era produzida, mas num formato caseiro realizado por famílias de estrangeiros para o seu próprio consumo.

A bebida consumida pela era a gengibirra, elaborada de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água. Esse cozimento descansava alguns dias, e depois vendida em garrafas ou canecas ao preço de 80 réis. Era igualmente consumida a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água, cuja mistura fermentava por uma semana e custava 40 réis o copo.
A gengibirra era encontrada em botijas louçadas, que ánteriormente eram utilizadas no acondicionamento da cerveja preta inglesa. Presas à barbantes, as rolhas de tais garrafas arrebentavam quando abriam (daí o nome de “cerveja marca barbante”, como iriam ser chamadas as primeiras cervejas do Brasil).

Aprenda mais clicando aqui:como fazer sua própria cerveja

BNDES dissemina as diretrizes para pessoas físicas investirem em Energia Fotovoltaica

Fundo Clima dará direito a financiar 80% dos itens assentáveis ao custo final de 4,03% ao ano direcionados a pessoas físicas e jurídicas com rendimento até R$ 90 milhões
Refere-se a mais uma presteza do BNDES para concitar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concordou com as alterações no Programa Fundo Clima. A partir de agora, no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, pessoas físicas poderão acessar a financiamentos para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de produção (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários).
Trata-se de mais uma iniciativa do BNDES para apoiar o cidadão brasileiro a empregar em sustentabilidade e economia de energia. Os subsídio poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

Economia

A introdução de sistemas de geração de energia fotovoltaica permitirá aos consumidores minimizar as despesas com a conta de luz, já que começarão a contrair menor quantidade de energia da revendedora e irão poder, a depender de sua região, formar até uma conta corrente de energia negociando o excedente para a distribuidora.
Além disso, a geração distribuída traz benfeitorias para o sistema elétrico, haja visto que conta com diversos pontos de produção dispersos por casas residênciais e comércio, reduzindo a ameaça de corte do provimento de energia.

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Condições

Os limites do Fundo Clima operam até 80% dos itens financiáveis, podendo aproximar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por beneficiário.
Assim como para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o dispêndio financeiro do Fundo Clima é encurtado: para renda anual até R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% a.a., e a remuneração do BNDES é de 0,9% a.a.
Para renda anual acima de R$ 90 milhões, o dispêndio é de 0,1% a.a., e a taxação do BNDES é de 1,4% a.a.
A taxação dos agentes financeiros é estipulada até 3% ao ano. Já utilizada
a remuneração máxima estabelecida pelos bancos públicos, as aliquotas finais serão as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o montante final é de 4,03% a.a; já no caso do rendimento anual acima de R$ 90 milhões, o dispêndio final é de 4,55% ao ano.
O programa permite carência de 3 a 24 meses, até o demarcação máxima de 144 meses. A validade para entrar no sistema vai até 28 de dezembro de 2018.

Fundo

O Fundo Clima é proposto a empreendimentos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A finalidade é custear produções e aquisições com altos índices de aptidão energética ou que auxiliem para redução de emissão de gases de efeito estufa.

instalador fotovoltaico

Itens financiáveis

Podem ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que novos e origem nacional, cadastrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (considerando os itens para os quais o PBE supri a certificação de eficiência energética, serão aprovados somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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BNDES divulga as diretrizes para pessoas físicas investirem em Energia Fotovoltaica

Fundo

O Fundo Clima é indicado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
O objetivo é custear produções e aquisições com grandes indicadores de eficiência energética ou que concorram para redução de irradiação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Tem direito a ser assistidos financeiramente os seguintes itens, desde que não sejam usados e origem nacional, registrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (levando em conta os itens para os quais o PBE fornece a certificação de capacidade energética, serão aprovados somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

Se você deseja ser um instalador de placas fotovoltaicas, acesse o link:curso instalador fotovoltaico https://princesswileygetshealthy.tumblr.com/post/175446155439/bndes-dissemina-as-regras-para-pessoas-físicas